Quinta-feira, 29 de Setembro de 2005

Fragilidade



mulheraopiano.JPG



  • imagem recebida por e-mail

Sons se propagam numa avalanche
de vibrações elétricas.
Entre efêmeras paisagens do deserto
ouço o vento cego, percorrer a noite
numa eterna procura por respostas


para a fragilidade
                e  leviandade humana.


Como réplica à detração
   areia fina,
              cal
                 e cimento



Cheiro de terra úmida
                 e muita poesia
                           a embalar meus sonhos de criança.



Andréa Motta
17.10.04

publicado por Andrea Motta às 12:32
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Sábado, 24 de Setembro de 2005

No Outono


amor-perfeito.JPG


Nem tudo é bolor no outono,
tem muito mais calor humano.
Quando a garoa dá uma pausa
o céu tem um azul mais profundo.


Floresce o amor - perfeito
seu aroma invade a cidade.
E as mulheres menos nuas,
atiçam a imaginação masculina...


Depois entre um trago de conhaque
e um bom jazz ao fundo,
fazer amor é muito mais gostoso
Os corpos por prazer...transpiram


Nem tudo é bolor no outono
nas noites não se ouve as cigarras
mas escuta-se a poesia do silêncio
depois de um trago de conhaque.


Andréa Motta
Ctba,29/04/05

publicado por Andrea Motta às 11:52
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Domingo, 18 de Setembro de 2005

Monólogo ( a quatro mãos)


poesia.gif


poesia é pretexto,
objeto abstrato concreto.
crepúsculo de lágrimas
na clausura das rimas


manobra sectária
da expressão.
o resto, palidez fortuita,
mera pantomima.


poesia é propósito,
superlativo de fascínio.
filamento licencioso do desejo:
- desígnio!


marcos caiado e andréa motta

publicado por Andrea Motta às 14:54
link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito
|
Domingo, 11 de Setembro de 2005

Lascívia


olhar2.JPG



  • imagem retirada da web

Lhanos os teus olhos
percutem a pele
como floema.


Andréa Motta
10/09/05

publicado por Andrea Motta às 22:28
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 4 de Setembro de 2005

Metrópole


fog-1.JPG


Na avenida
Arranha-céus envidraçados
acobertam
as cores dos sonhos


Automóveis em alta velocidade
não escondem o estresse da metrópole


Ninguém vê
além do cinza acimentado
Ninguém sente
além da umidade
Ninguém percebe
atrás da neblina
dos prédios envidraçados


O cenário surreal
colorido
de
sentimentos


Andréa Motta
05/08/05

publicado por Andrea Motta às 13:18
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
|

.mais sobre mim

.RAGNARÖK

Clique na imagem

.Dezembro 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Natal 2010

. Trova!

. Signa

. Violações

. Nudez

. 2009!

. Poema de Natal

. 25 de novembro dia intern...

. Incorporiedade

. Ação de Incentivo à Leitu...

.arquivos

. Dezembro 2010

. Agosto 2010

. Novembro 2009

. Abril 2009

. Fevereiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Setembro 2006

. Julho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Setembro 2004

. Agosto 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Abril 2004

. Março 2004

.Minha Canção


Tua Canção
Música e Voz – Lara Santos
Letra Andréa Motta

on-line
blogs SAPO

.subscrever feeds